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Praias-São Vicente

Itararé


Praia do Itararé
Com 2.400 metros de extensão, a Praia do Itararé está situada entre a Ilha Porchat e a Ilha Urubuqueçaba. A maior e uma das mais agitadas praias de São Vicente, ela se transforma no principal local de concentração dos jovens durante o verão, principalmente por suas formações de ondas propícias à prática do surfe.
Na orla, existem 46 quiosques, com 92 boxes, que comercializam petiscos e bebidas aos frequentadores. No local, foi implementado um complexo de lazer, com calçadão, iluminação, jardinagem e quadras de esportes.

 

Gonzaguinha


Praias do Gonzaguinha
Com 800 metros de extensão, a Praia do Gonzaguinha fica entre o Marco Padrão e a Praia dos Milionários. Situada em uma baía espaçosa e de águas calmas, a praia tem sido muito procurada pelos praticantes de esportes náuticos, como iatismo, windsurf, esqui aquático e jet ski. Sete quiosques com cobertura de piaçava estão instalados ao longo do calçadão, onde também existem espaços verdes, bancos e decks de madeira para acesso à areia.
Na praia também existe um píer de onde saem passeios diários de escuna pela baía de São Vicente, ilhas e imediações.

 

Milionários


Praia dos Milionários
Com 200 metros de extensão, a Praia dos Milionários está situada junto às pedras da Ilha Porchat e é a mais tranquila das praias vicentinas. Sua beleza é realçada pelos rochedos à sua esquerda, que propiciam, além de agradável lugar para a prática da pesca, uma bela vista da baía de São Vicente e da Ponte Pênsil.
Na praia também é possível alugar barcos para passeios que se tornam uma boa opção para a prática do mergulho.

 

Itaquitanduva


Praia de Itaquitanduva
Distante de todas as praias vicentinas, a Praia de Itaquitanduva tem 300 metros de extensão e fica atrás do Morro do Xixová, abaixo do Pico do Itaipu. Isolada e praticamente deserta, a praia é reduto dos surfistas experientes, já que é conhecida por suas grandes ondas.
O acesso à praia é difícil e só pode ser feito a pé, mas a paisagem quase selvagem, dominada pela Mata Atlântica, compensa a caminhada. Para chegar, basta seguir a Avenida Tupiniquins na saída da Ponte Pênsil (sentido Japuí) e entrar à esquerda na Rua Caetano Cardamone.
O início da trilha fica no final dessa rua e a caminhada leva cerca de 40 minutos entre subidas e descidas. Apesar de pequena, a praia se divide naturalmente, por meio de formações de rochedos, em três trechos. O primeiro é ideal para o surfe, o segundo atrai os amantes da pesca e o terceiro é propício ao banho de mar. No local também existe uma bica natural, que traz a água potável da nascente do morro.

 
História-Cubatão

História da Cidade

A oficialização da descoberta da terra brasílica por Pedro Álvares Cabral, em 1550, não determinou, por parte da Coroa Portuguesa, sua imediata ocupação. No entanto, contrapondo-se ao descaso perpetrado por Dom Manoel, monarca português, várias expedições não oficiais se realizaram. Nos primeiros trinta anos do século XVI, são conhecidas, no mínimo vinte e sete expedições: estes, inevitavelmente, produziram náufragos, desertores, abandonados e, possivelmente, degredados europeus que, iniciando da costa brasileira, foram os habitantes precursores.

Um fato que confirma este ponto é a utilização do porto de São Vicente, desde 1502, por navegadores espanhóis e portugueses. O interesse ostensivo de outras nações aliado às constantes visitas ao litoral brasileiro, levaram Portugal a organizar a primeira expedição oficial de colonizadores. O responsável designado para esta tarefa, Martim Afonso de Souza, aporta em São Vicente em 22 de janeiro de 1532, tendo antes passado pelo Rio de Janeiro. Estava incumbido de uma missão baseada na seguinte "tríade" defesa, exploração ou reconhecimento geográfico e fixação de marcos de posse no Rio da Prata. Martim Afonso possui destacada atuação no estabelecimento de povoações, pois havia sido contemplado com um trecho territorial de cem léguas, a denominada Capitania de São Vicente. Além disto, com poderes delegados pelo então Rei de Portugal, D. João III, "para que possa dar às pessoas que consigo levar e às pessoas que na dita terra quiserem viver e povoar ...segundo o merecerem as ditas pessoas por seus serviços e qualidades...".

Portador de tais prerrogativas, faz as primeiras doações de terra no Brasil, as denominadas sesmarias, as quais foram: a primária, concedida a Pero de Góes, datada em Piratininga, a 10 de outubro de 1532; a secundária, a Rui Pinto, datada em São Vicente, a 10 de fevereiro de 1533. Essas doações são de grande valia para nossa exposição, pois coincidem, em grande parte, com a atual delimitação do município de Cubatão. Observemos um trecho da doação a Rui Pinto: "Hei por bem de lhe dar as terras do porto das Almadias onde desembarcam quando vão para Piratinim quando vão destas Ilhas de São Vicente, que se chama Apiaçaba, que agora novamente chama-se o porto de Santa Cruz, e a banda do sul partirá pela barra do Cubatão pelo porto dos Outeiros que estão na boca da dita barra, entrando os ditos outeiros dentro das ditas terras do dito Ruy Pinto".

Podemos observar que o termo Cubatão já era citado desde o século XVI, porém não como um núcleo de povoação, sim como um ponto de passagem. Atentemos que a futura fixação de indivíduos, no local, se daria de uma forma honrosa. Ressaltamos isto no intuito de esclarecer que Cubatão difere de muitas cidades por não possuir um fundador definido ou uma família que se estabeleceu, mas vários fatores físicos, econômicos e humanos concorreram em seu desenvolvimento

 
Passeios-Cubatão

 

Pontos Turísticos, Históricos e Culturais


belvedere


Belvedere Circular do Km 45
No Km. 45 encontra-se um belvedere circular de construção simples. Dele pode-se ter uma boa visão da estrada. É o primeiro ponto de cruzamento da Calcada do Lorena com o Caminho do Mar. Foi construído em 1922, por ordem de Washington Luiz.

 

lorena


Calçada do Lorena
A iniciativa da construção da calçada do Lorena coube à Bernardo José Maria, Governador da Capitania de São Paulo de 1788 a 1798, ficando sua execução a cargo dos oficiais do Real Corpo de Engenheiros. Até a construção da Estrada da Maioridade, em 1840, a Calçada do Lorena assegurou a ligação entre São Paulo e Cubatão. Foi construída em 1792, tendo, em determinados trechos, um curioso traçado em ziguezague e pavimentação em pedra, Representa um marco dos mais significativos da história da evolução da tecnologia brasileira.

 

Cidade

 

Cidade da Criança
Mais de 53.000 m2 de área de lazer. Abriga a Escolinha de Trânsito, a Escolinha de Ecologia e a Escolinha de Esportes Edson Arantes do Nascimento, além de mais de 100 brinquedos e um mini-zoológico.
Av. Nove de Abril.

 

Coleção de Arte Sesquicentenário
A coleção possui 40 quadros, reproduções do Museu do Louvre, apresentando de forma didática a evolução das artes plásticas, desde a Antigüidade até o Modernismo.
Rua Marechal Rondon, 201.

 

Quinhentista

 

Cruzeiro Quinhentista
É todo construído em blocos de granito natural, revestido em sua volta por azulejos de Wasth Rodrigues. Localizado no encontro do Caminho do Mar com o Caminho do Padre José de Anchieta, este monumento é evocativo da época do descobrimento e entrada para o sertão. Foi erigido pelo Presidente Washington Luís e inaugurado em 07 de Setembro de 1922, por ocasião do Centenário da Independência do Brasil.

 

Sapo


Largo do Sapo
Foi durante a primeira metade do século XVII o Porto Geral da terceira povoação de Cubatão. A inscrição em bronze no centro da praça, refere-se ao Porto Geral que se originou de um novo caminho de acesso ao Planalto.
Localiza-se na Praça Joaquim Monte negro, junto à desembocadura do Rio das Pedras.

 

Museu Folclórico Africano
Possui um acervo de 498 esculturas em barro, abajures, quadros, gamelas, ânforas, etc.
Av. Nove de Abril, 2.275

 

orena2


Padrão do Lorena
Monumento erguido em 1790, em homenagem ao Governador Lorena, sendo evocativo à época colonial. Foi levantado no ponto em que o Caminho do Mar corta a Calçada do Lorena. No intradorso do arco central pode-se ver um medalhão de azulejos com o retrato do Governador.

 

Parque

 

Parque Ecológico Caminho do Mar
Inaugurado em 1989, pela Prefeitura, na busca de transformar a cidade em Cidade Símbolo da Ecologia. A antiga estrada do Caminho do Mar ou Serra Velha. construída em 1922 pelo Presidente Washington Luiz, abriga monumentos evocativos à história paulista, edificados na mesma época que a estrada foi construída, ocasião em que se comemorava o Centenário da Independência do Brasil (estes monumentos foram tombados pela CONDEPHAAT - Conselho de defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico do Estado de São Paulo). A Prefeitura instalou quiosques, mesas, churrasqueiras e sanitários, proporcionando aos seus freqüentadores um período maior de permanência no local. Uma rampa de vôo livre foi também colocada à disposição dos praticantes desse esporte; e já aconteceram campeonatos, com a participação de voadores de nível nacional.

 

Pereque

 

Parque Ecológico do Perequê
Com a implantação deste projeto. em área de 23.366,72 m2, foram implantadas uma prainha artificial na encosta do rio, play-ground, cantina, sanitários, quiosques, duchas naturais, churrasqueiras, mesas, quadras de jogos, caiaques, e área para camping, além de extensos trechos para caminhadas na Serra do Mar. O acesso ao local é feito pela Estrada Piacaguera-Guarujá, próximo às indústrias. Um pórtico indicativo do parque orienta os visitantes.

 

Anilinas

 

Parque Municipal Anilinas
Possui 65.000 m2 de área verde, com Pavilhão de Exposições, Anfiteatro, quadras (voley, basquete, handball, futebol de salão, etc.), mini-pista de trânsito. Abriga, ainda, um mini-zoológico, a Casa da Banda Musical e o Museu Folclórico Africano.

 

Pontilhao

 

Pontilhão da Raiz Da Serra
Construído em granito, a placa de bronze incrustada em sua face central refere-se à pavimentação em concreto da primeira estrada de rodagem sul americana, obra concluída no governo de Carlos de Campos. Próximo a este monumento havia a capela de São Lázaro e o cemitério da cidade, construído por ocasião da construção da Refinaria.

 

Paranapiacaba

 

Pouso do Paranapiacaba
O início da descida da Serra é assinalada pelo Pouso do Paranapiacaba. Sua implantação é tal, que, de suas varandas, tem-se uma excepcional vista da paisagem. Na parte inferior, voltada para a Serra, uma arcada de pedra é o melhor lugar para se observar a vista. Parece ter sido intenção do arquiteto unir o monumento à paisagem, possibilitando o acesso à serra por escadas de pedra na meia encosta. Sua denominação "paranapiacaba", dada por Washington Luís, nada mais é do que "lugar de ver o mar". Monumento do Pico da Serra
Construído no ponto mais alto da Calçada do Lorena, constitui-se num obelisco de linhas elegantes e sóbrias. Foi o terceiro monumento a ser erigido por solicitação de Washington Luís ao Prefeito Firmino Pinto, em 1922, no mesmo local onde outrora existia outro monumento, construído em 1790 pela Câmara de São Paulo, em homenagem à Lorena pela construção de sua estrada. Atualmente a ELETROPAULO S/A, cercou o monumento, pois este ocupa terreno de sua propriedade.

 

Rancho

 

Rancho da Maioridade
Este pouso evoca a construção de Estrada da maioridade e visita da Família Real em 1846. Situado em acentuada curva, dele se tem ótima visão de Cubatão. Ao centro estão as armas do Império, com seu escudo e esfera armilar. Esse símbolo vem da época de D. Manoel e assinala a era dos descobrimentos. Na Biblioteca da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo - USP existe uma maquete deste projeto.

 

Reserva


Reserva Estadual da Serra do Mar
Local propício à caminhadas e pic-nics. Aberto também às pesquisas científicas.

 

Sambaquis

 

Sambaquis
Existem, na região de Cubatão, 04 sambaquis, 03 deles ainda em pesquisas. O primeiro a ser pesquisado localiza-se em Piaçaguera, na área industrial de siderúrgica COSIPA. Constitui-se de camadas de conchas de ostra superpostas, com aproximadamente 3 m. É o segundo sambaqui mais antigo encontrado no Brasil.

 
Praias-Santos

José Menino


Praia do José Menino
Próxima à divisa com São Vicente, é freqüentada por surfistas. Possui a Plataforma do Emissário Submarino, onde será construído o Museu Pelé.

 

Gonzaga


Praia do Gonzaga
Fica no ponto mais badalado de Santos, muito procurado pelos turistas dos hotéis do bairro. A Praça das Bandeiras tem Posto de Informações Turísticas e é o ponto final da Linha de Ônibus Conheça Santos.

 

Boqueirão


Praia do Boqueirão
Tem Ilha de Conveniência com Posto de Informações Turísticas, Posto Policial, Banco 24 Horas e sanitários. Conta com conjunto arquitetônico modernista tombado pelo Patrimônio Histórico. Aos sábados à tarde apresenta Feira de Artesanato.

 

Embaré


Praia do Embaré
Situa-se em frente à Basílica Menor de Santo Antônio do Embaré. Possui vários quiosques com lanchonetes, bastante freqüentadas pela mocidade.

 

Aparecida


Praia de Aparecida
Tem como ponto central a Fonte do Sapo, onde a criançada costuma brincar, patinar, andar de bicicleta. Ao entardecer de Domingo ali se realiza o Baile da Terceira Idade.

 

Ponta da Praia


Ponta da Praia
Local onde se pode admirar o movimento dos navios que entram e saem pelo porto de Santos. Nos finais de semana conta com o Jardim das Artes, exposição de pinturas de artistas locais.
O Canal 7 desemboca numa avenida à beira-mar acompanhada por calçadão e longa mureta, que contém os avanços da água, quando o mar se enfurece. Espetáculo que somente a natureza tem o dom de produzir. É ali que os amantes da pesca esportiva passam suas horas de lazer.

 
Passeios-Guarujá

Locais que vale a pena conhecer


acquamun

 

Acqua Mundo

Aclamado como o maior aquário da América do Sul, expõe em seus 35 tanques e terrários mais de 5.000 animais aquáticos de 200 espécies diferentes. São mais de 1,2 milhão de litros de água dentro de um complexo de lazer que conta com praça de alimentação, loja temática e auditórios para eventos relacionados com o meio ambiente.
Av. Miguel Stéfano, 2001 – Praia da Enseada.

 

Baleias


Armação das Baleias

Localizada próximo ao Ferry Boat Guarujá-Bertioga, foi a primeira indústria de extração e processamento de óleo de baleia, que era destinado à iluminação pública, e teve grande importância econômica nos séculos XVII e XVIII, quando este óleo iluminou São Paulo e o Rio de Janeiro. Dos Tanques, só existem ruínas.

 

Escravos


Capela dos Escravos

Um belíssimo altar localizado próximo à Praia do Perequê. Estima-se que sua construção seja datada do século XVIII, tendo sido restaurada pelo Instituto Histórico Guarujá-Bertioga.

 

feira

 

Feiras de Artesanato

agradável mostra de artesanato e bijouterias, localizadas nos seguintes endereços: Av. Miguel Stéfano com R. Marivaldo Fernandes (início da Enseada); Av. Puglisi com Av. Mal. Deodoro da Fonseca (Praia de Pitangueiras) e Av. Gal. Rondon (próximo Colônia de Férias do BANESPA - Praia das Astúrias).

 

Fortaleza

 

Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande (Guarujá)
Está localizada na região sudoeste da ilha de Santo Amaro entre as praias do Góes e Santa Cruz dos Navegantes, às margens do estuário Santista. É um monumento histórico-militar edificado no século XVI durante o domínio espanhol com o objetivo de defender a Vila de Santos de ataques corsários de piratas. São do século XVI as longas muralhas e cortinas de pedras em cantaris, guaritas, portões de acesso, paiol, casamata, plataformas de pedras para canhões. Apesar das infiltrações e da constante ação de depredadores que agem no local, podem tais edificações serem ainda apreciadas.

A capela e a Casa do Comandante foram reconstruídas e modificadas ao longo de mais de 400 anos. A capela até 1742 era a Casa de Pólvora (séc. XVIII).
A Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande teve seu tombamento em 1969 pela Secretaria do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional e em 1981 pelo Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico Arqueológico, Artístico e Turístico (CONDEPHAT), órgão do Governo do Estado de São Paulo. Qualquer reforma precisa do aval da entidade.

A Fortaleza de Santo Amaro da Barra Grande, surgiu num lugar histórico, pois segundo os termos do diário de Pero Lopes, ali ancorou a esquadra colonizadora de Martin Afonso de Souza, em 1532 "antes de entrar na Barra do Rio São Vicente". Essa fortaleza serviu no século XVII como presídio político dos oposicionistas da Coroa Portuguesa e em 1885 foi restaurada.
Foi desativada em 1911 e caiu em completo desuso e suas baterias foram transferidas para a Fortaleza do Itaipú, em Praia Grande.

A partir daí ficou abandonada, voltando a ser ocupada pelo Círculo Militar em 1960, época em que sofreu algumas modificações no piso, por exemplo, cobrindo a pedra com cerâmica. Daí em diante, nada se fez para a preservação desse monumento que foi se deteriorando não pela ação do tempo como também pela ação do homem. O abandono chegou a tanto que seus tijolos foram furtados, comprometendo seriamente um dos arcos de sustentação da fachada da Casa do Comandante da Fortaleza entre outras tantas depredações e invasões. Nessa ocasião (1990), houve no Guarujá uma movimentação da comunidade estudantil no sentido de chamar a atenção das autoridades competentes para com o estado lastimável em que se encontrava o próprio Nacional.

 

 

Ermida


Ermida Santo Antônio de Guaibê

Fica a caminho da Fortaleza de São Felipe. Lá o padre José de Anchieta catequizava os índios e teria escrito o seu famoso poema “Milagre dos Anjos”. Sua data de construção é de 1563 / 65 e sua importância deu-se principalmente em meados do século XVII. Atualmente está num estado avançada de degradação e está fechada à visitação pública.

 

sorocotuba

 

Estação Ecológica de Sorocutuba

Localizada no Mirante do Sorocotuba, entre as praias da Enseada e Pernambuco, também conhecido como mirante Santa Fé, é um local de rara beleza, uma reserva da Mata Atlântica com costeira rochosa, praias desertas (Éden - boa para mergulho - e Sorocutuba), e águas cristalinas que possibilitam que o visitante aprecie a desenvoltura de tartarugas, raias e outros animais marinhos. Possui moradias da década de 40 e alguns bares e restaurantes construídos sobre as rochas da costeira. Seu acesso é através de uma estrada a 1 km do início da Estrada de Pernambuco.

 

Farol

 

Farol da Moela

O mais antigo farol do litoral de São Paulo, inaugurado em 1830, situado na Ilha da Moela, ainda hoje está em plena atividade, sendo um dos mais importantes do país, já que serve de referência para todos os navios que chegam ao Porto de Santos. O Farol pode ser avistado da Praia do Tombo, mas não está aberto à visitação.

 

Barra

 

Fortaleza da Barra Grande

Localizada no estuário de Santos, a obra foi feita em 1584, pelo Governo espanhol que dominava a colônia, após o Tratado de Tordesilhas. Seu último disparo foi dado em 1891 durante a Revolta da Armada. Na revolução Constituicionalista de 1932 serviu como centro de comunicações.

 

felipe


Fortaleza de São Felipe ou São Luiz

Situada de frente para o estuário de Santos, é um dos mais belos monumentos histórico-militar, construída no século XVI pelos espanhóis para defender a Vila de Santos de ataques corsários de piratas.

 

Forte

 

Forte dos Andradas

A Brigada de Artilharia Antiaérea , permite hoje a entrada nas dependências do Forte , onde se pode fazer um maravilhoso passeio ecológico, com acesso aos antigos canhões , túneis que serviam para transportar munição, além de oferecer uma magnífica vista tanto do Guarujá como da baía de Santos. Situado no fim da Praia do Tombo.

 

itapema


Forte do Itapema

Localizado a poucos metros da estação das barcas de Vicente de Carvalho, o Forte do Itapema, ou Vera Cruz de Itapema, ou ainda Santa Cruz de Itapema, é uma das mais antigas edificações do Brasil. Estima-se que foi construído no século XVI com a finalidade de defender o estuário da Vila de Santos. Esta fortaleza possuía um farol que fazia parte da sinalização do estuário da cidade de Santos. Em 1976 foi destruído por um incêndio, e atualmente está sob jurisdição da Alfândega de Santos e fechado à visitação pública.

 

forte-sao-joao


Forte São João da Bertioga

Este forte é o mais antigo do Brasil e ainda conserva características originais. No local, há o pequeno museu quinhentista "João Ramalho", restaurado e mantido pelo Instituto Histórico e Geográfico Guarujá Bertioga.

 

Heureka


Heureka Exploratorium

Parque Temático de Ciência e Tecnologia. O primeiro museu interativo da América da Sul apresenta mais de 130 experiências e invenções. Todas as atividades são acompanhadas por monitores, que vão explicando os fenômenos que ocorrem.
Av. Mal. Deodoro da Fonseca, 1096 - Praia da Enseada.

 

Mirante


Mirante do Gávea

Localizado no final da Praia das Pitangueiras, no Morro do Maluf, é um belo local para fotografar a Praia das Pitangueiras, Praia da Enseada e parte da Praia das Astúrias. Seu acesso é pela Alameda Floriano Peixoto.

 

costao-tartarugas


Mirante do Morro do Costão das Tartarugas

Mirante de fácil acesso com visão para o Costão das Tartarugas. No local existe o Restaurante Vista Linda, com terraços cobertos e ao ar livre. Acesso fácil pela estrada asfaltada, no final da Av. Miguel Stéfano.

 

morro


Morro do Maluf

Agradável passeio de cujo o topo se tem ampla vista da cidade, localizado entre as praias das Pitangueiras e Enseada.

 

pavilhao


Pavilhão da “Maria Fumaça”

Exposição da antiga locomotiva "Maria-Fumaça" que ligava Vicente de Carvalho e Guarujá, desativada em 1956. A locomotiva, construída nos EUA, foi encomendada junto com a Vila do Guarujá. Na época, era o único meio de transporte regular para as barcas que ligavam a Ilha ao Continente. Localizado na Av. Leomil esquina com Av. Puglisi, na Praia de Pitangueiras.

 

Dumont


Pavilhão do Carro Fúnebre de Santos Dumont

Uma relíquia de 1924, este carro, feito de 70% madeira, foi usado para o transporte do corpo do Pai da Aviação. Todo restaurado, o veículo é rico em detalhes. Localizado na Av. Leomil esquina com Av. Puglisi, em frente ao Pavilhão da Maria Fumaça.

 

Capela Santa Cruz dos Navegantes

Localizada na Praia de Santa Cruz dos Navegantes, junto à entrada da barra, a Capela foi restaurada pelo Instituto Histórico e Geográfico Guarujá-Bertioga e pelo Conselho Municipal de Turismo do Guarujá. Em agosto de 1964 reviveu-se a tradicional procissão de barcos em louvor a Nossa Senhora dos Navegantes, sendo celebrada na ocasião a primeira missa totalmente em português no Brasil.

 
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