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História-Praia Grande

Hino, Brasão e Bandeira de Praia Grande
história

O Brasão de Armas possui as seguintes características:
Brasão formato redondo português, cortado e partido. No primeiro campo, de prata, as armas de Martim Afonso de Souza; no segundo do mesmo metal, uma Cruz de Cristo; no terceiro de blao (azul), no alto do campo um morro de prata e, em baixo no fundo do Brasão, faixas de prata. Como suporte: à direita um ramo de louros e à esquerda um ramo de carvalho, ambos na sua cor natural. Por timbre uma coroa mural, tendo sobre a porta principal, um escudete de blao (azul), com duas chaves cruzadas, postas en santor. Num listel de goles (vermelho) a legenda latina "Mare Nostrum".

 

A Bandeira possui as seguintes características:
Na medida oficial tendo no campo três faixas em preto, branco e vermelho, findo no centro da faixa central a reprodução do Brasão de Armas nas suas cores e metais.

História da Cidade
Desde o início, o processo de ocupação de Praia Grande teve um fator fundamental, sua localização geográfica, situada entre as Vilas de São Vicente, da qual pertencia, e a Vila de Conceição de Itanhaém. Piaçabuçu, primeiro nome dado pelos indígenas à Praia Grande, do tupi "Porto-Grande" era conhecida também como "Caminho de Conceição de Itanhaém".

Já possuía um considerável núcleo populacional de caráter essencialmente agrícola nos séculos XVII, XVIII e XIX.
Segundo o primeiro recenseamento da Capitania de São Vicente, em 1765, entre as "Prayas de Taypus e Mongaguá" , como era conhecido este trecho da orla, existiam muitos sítios na região e agricultores que utilizavam o trabalho de negros forros e escravos para produzir e abastecer as Vilas de São Vicente e Santos de produtos agrícolas e artesanais.


Pelos recenseamentos dos primeiros anos de 1800, os moradores daqui criavam algumas cabeças de gado e plantavam arroz, mandioca, cana-de-açúcar, milho, feijão, batata doce, abacaxi, pimenta, tomate, laranja e café. Cortavam árvores para produzir madeira e faziam chapéus de palha, aguardente e farinha, que vendiam parte nas vilas de São Vicente e Santos para comprar outros produtos que necessitavam.


Quem fazia o trabalho da roça e os serviços de casa eram os escravos negros, de origem africana. (Fonte: "Paisagens da Memória – História de Praia Grande").
O transporte era feito por canoas que navegavam pelo rio Piaçabuçu, até o Porto do Piaçabuçu, atual bairro Caieiras. Desse ponto em diante, as pessoas seguiam caminho pela areia dura da praia em direção a Itanhaém. Outro caminho utilizado era sair do Porto do Tumiarú (São Vicente) e atravessar para o Porto do Campo, conhecido hoje como Portinho.


As primeiras décadas do século XX determinaram uma nova forma de ocupação e fixação na região com as construções da Fortaleza de Itaipu, em 1902; da Estrada de Ferro Santos-Juquiá, em 1912 e, principalmente, a construção da Ponte Pênsil em 1914, que durante muito tempo constituiu a principal via terrestre de acesso à Praia Grande, o que despertou o interesse de investidores imobiliários, atraídos pela faixa de 22,5 Km de praias contínuas.


Construída com a finalidade de defender a entrada do Porto de Santos... "Para implantação do conjunto de defesa projetado, havia necessidade de um local privilegiado de onde pudesse ser vista toda a baía... Logo após ter assumido a chefia da comissão, o Major Villeroy foi a Ponta do Itaipu, uma região de Praia Grande... e reconheceu militarmente o terreno..." (Muniz Júnior, J. – Fortaleza de Itaipu: edição especial do 1º centenário – 1902-2002).


Para a construção, foram desapropriados, pelo Governo Federal, quatro sítios. O Sítio Itaipus, o Sítio Prainha, o Sítio Itaquitanduva e o Sítio Suá, sendo o Sítio Itaipus de propriedade de José Gonçalves de Aguiar, último Capitão Mor de São Vicente.
A partir dessa época, os sítios começaram a ceder lugar aos primeiros loteamentos, entre eles: Jardim Guilhermina, 1926, Jardim Matilde, 1925 e Cidade Ocian, 1953.

 

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